Comentário:
• Capítulo que
remete, sobretudo, para a crítica social.
VIII Capítulo
•
Carlos e Cruges vão a Sintra à procura da “Mulher”;
• encontram
Eusebiozinho, já viúvo, com um amigo e duas prostitutas espanholas;
• Carlos
tem notícias dessa mulher, casada, e de quem o Dâmaso já se tornara
muito amigo.
Comentário:
• crítica ao
comportamento previsível de Eusebiozinho: a educação religiosa, “beata”,
desencadeia atitudes de hipocrisia e de degradação
moral.
IX
Capítulo
• alguns pormenores que se integram no domínio da
crítica social, sobretudo o comportamento das mulheres.
Comentário:
• mais uma vez,
a crítica às mulheres da alta burguesia lisboeta.
X Capítulo
•
destaca-se o episódio da corrida de cavalos e a
atitude dos portugueses que frequentam esse tipo de evento social;
• tal
como no jantar do Hotel Central, tudo termina com uma desordem pouco adequada à
situação e ao estatuto social de quem está presente.
Comentário:
• crítica ao
modo como as pessoas se apresentavam, sobretudo as mulheres, com “vestidos de missa”(p 316),
uma vez que não estavam habituadas a este género de evento, tipicamente inglês:
“um canteirinho de camélias meladas”(p 317);
• Afonso da Maia, na sua posição
distanciada, já comentara que “o verdadeiro
patriotismo[...] seria, em lugar de
corridas, fazer uma boa tourada.”(p 308);
• crítica aos portugueses
que têm o hábito de imitar o que era estrangeiro, mas, como não era genuíno,
“desmanchando a linha postiça de
civilização e a atitude forçada de decoro…” (p 325);
•
caracterização do espaço
social.
Capítulo XI
• Carlos, pela primeira
vez, fala com "a tal" mulher, Maria Eduarda, passa a visitá-la com assiduidade e
trocam confidências;
• percebe que Dâmaso, supostamente, como já lhe tinham
dito, se tinha tornado, também, íntimo da casa.